
Notícias: Boavista comemora 10 anos de CAMPEÃO

Retirado de: Porto24.pt
O Boavista pretende assinalar o 10.º aniversário da conquista do título nacional de futebol, que se celebra quarta-feira, com algumas iniciativas, uma das quais poderá ser um jogo com alguns antigos atletas, no Estádio do Bessa.
O programa de festas é anunciado numa altura em que o clube “axadrezado” sonha, mais do que nunca, voltar à primeira divisão do futebol português, graças a uma decisão recente do Tribunal Administrativo de Lisboa, que considerou inexistente a segunda parte da reunião do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa em que se decidiu a descida do Boavista FC.
Uma das ideias é juntar, talvez no dia 29 de Maio, não só atletas que foram campeões nacionais, mas também !outros que foram marcantes na vida do clube!, alguns dos quais não sequer campeões nacionais, como o romeno Timofte, Nuno Gomes e o treinador Manuel José, disse Álvaro Braga Júnior.
Ao mesmo tempo, o Boavista aproveitará o 10.º aniversário do título para apresentar os “novos cartões de associados e a nova remuneração, o que permitirá ficar com uma ideia bem mais concreta de quantos associados” tem o clube.
Outra novidade é que “o sítio do Boavista na Internet”, a partir de quarta-feira, “terá uma nova imagem, mas a morada manter-se-á”, anunciou o presidente.
“Vamos convidar muita gente. Já foram convidadas algumas pessoas e há uma grande receptividade a esse convite”, acrescentou o presidente do Boavista FC.
Afinal, comemora-se aquele foi “o momento mais alto” dos quase 108 anos do Boavista. “Um grupo de associados resolveu fazer no dia 18 uma pequena cerimónia, que vai evocar esse momento alto do clube, e convidou alguns jogadores que foram campeões” para se associarem a ela, revelou ainda o dirigente.
O regresso à primeira divisão
A cumprir uma década entre o céu e o inferno, de campeão a despromovido, a esperança do Boavista na subida à primeira divisão mora, nesta altura, no Tribunal Administrativo de Lisboa, que deu razão ao presidente do FC Porto, considerando inexistente, no plano jurídico, e contestando a segunda parte da reunião do Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa realizada a 4 de Julho de 2007.
Na reunião, que decorreu já sem a presença do presidente e o vice-presidente do CJ, foi não só confirmada a suspensão de dois anos de Pinto da Costa, mas também a descida de divisão do Boavista, ambos no âmbito do processo Apito Final, relativo a alegados casos de corrupção no futebol.
O Tribunal considerou essa reunião inválida e, para já, veio dar razão a Pinto da Costa, que contestou a pena que lhe foi aplicada, mas o Boavista alega que os “os fundamentos invocados” pelo líder portista são em tudo semelhantes aos seus e que, por isso, lhe será dada também razão.
“Uma decisão, para nós, é extremamente importante em termos de futuro, porque esta colectividade, que já sentia algumas dificuldades, levou uma machadada enorme com a despromoção administrativa à então Liga de Honra”, salienta o presidente do clube portuense, Álvaro Braga Júnior, em entrevista à Agência Lusa.
O Boavista tem-se mantido reservado sobre o assunto, alertando apenas, e mais uma vez, para a “necessidade de uma decisão que seja tão breve quanto possível”, mas acredita que o tribunal também lhe vai dar razão.
Como formas de serem ressarcidos pelos danos que a despromoção lhes causou, em 2008, os boavisteiros vêem 2 hipóteses: “recolocarem-nos no lugar de onde nunca devíamos ter saído, a Liga, e darem-nos uma indemnização por estes anos em que estivemos afastados de um campeonato onde devíamos estar”, diz Braga Júnior.
O presidente “axadrezado” recusa, no entanto, adiantar o valor da indemnização que o Boavista entende justo. “Temos o processo bem delineado e bem na cabeça, mas não é o momento para estarmos a falar”.
Com um passivo que anda pelos 85 milhões de euros, o Boavista resiste ainda e mantém “1200 atletas em várias modalidades, incluindo râguebi feminino, e 20 equipas de desportos colectivos”.
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Vencemos também e é a nossa prenda pelo vosso aniversário, porque tinhamos lá os nossos adeptos incansáveis e incondicionais no seu apoio do inicio ao fim os PANTERAS NEGRAS, para eles vai o nosso muito obrigado, e atrevo-me a dizer que sem eles lá o resultado se calhar não teria sido o mesmo, pois quando estavamos a ir a abaixo e as forças e o descernimento começavam a faltar sentiamos o seu apoio para continuarmos e lutarmos até ao fim pela vitória.
Das 5 finais que faltavam 2 já ganhamos faltam 3, esta próxima é o jogo se calhar mais importante em Redondo uma deslocação que tem tanto de longinqua como de dificil, mas nós cá estamos a preparar-nos para esse que vai ser sem dúvida um grande jogo.
É pena não termos lá os nossos adeptos pois vai ser um tremendo espectáculo.
Obrigado mais uma vez a TODOS que estiveram presentes no Sábado para nos apoiarem e que os PANTERAS NEGRAS comemorem muitos mais aniversários cheios de força e com um BOAVISTA cada vez melhor a todos os aspectos.
Força Boavista!!
Notícias: ABOLA Jogadores do Boavista na Selecção Nacional
O treinador Jorge Braz chamou 20 jogadores para o estágio que tem previsto cinco treinos no Municipal do Luso.
Eis a lista de convocados:
Benfica: Carlos Paulo;
Boavista: Miguel Ângelo, Fábio Lima e Hugo;
Boticas: Davide Moura;
Freixieiro: André Gomes, Paulo Rocha e Tiago Soares;
Fundação Jorge Antunes: Amílcar Gomes, Hélder Alves e João Azevedo;
Instituto D. João V: Miguel Silva e Daniel Silva;
Leões de Porto Salvo: Diogo Santos e Fernando Correia;
Módicus Sandim: Luís Miguel;
Olivais: Nuno Vicente;
São João: Gustavo Martins;
Sporting: Gonçalo e Mário Freitas.
JUSTIÇA: Notícia OJOGO

O Boavista manifestou hoje "regozijo" com a decisão do Tribunal Administrativo do Circulo de Lisboa em relação a um recurso judicial do presidente do FC Porto, Pinto da Costa, que pode beneficiar os "axadrezados".
"Tanto quanto sabemos, as questões suscitadas no recurso que agora teve merecimento são em tudo semelhantes às colocadas no recurso da Boavista, SAD e também no do então Presidente do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, Dr. Gonçalves Pereira", refere o clube portuense.
O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa considerou inexistente a continuação da reunião do Conselho de Justiça da FPF de 4 de Julho de 2008, que indeferiu os recursos do Boavista FC e do presidente do FC Porto no processo "Apito Final".
Num acórdão de 06 de Maio, a que a agência Lusa teve acesso, o colectivo presidido por Anabela Russo declarou ainda "a eficácia das decisões do presidente do Conselho de Justiça registadas na 'Ata'" dessa reunião de 4 de Julho de 2008 e "a legalidade da decisão de encerramento" da mesma, "às 17:55".
Na segunda parte da reunião foram declarados improcedentes os recursos do Boavista e de Pinto da Costa contra as sentenças da Comissão Disciplinar da Liga que, em 9 de Maio, puniu o clube com a descida de divisão, por coação a árbitros, e o presidente do FC Porto com dois anos de suspensão, por duas tentativas de corrupção.
"Nunca tendo tido dúvidas sobre a nossa razão, as convicções que defendemos parecem-nos, agora, consolidadas com a decisão hoje conhecida. Em tempo que esperamos ser muito breve, será prestada justiça à Boavista, SAD", concluem os "axadrezados", num curto comunicado.
Desde a punição do clube que os dirigentes defendem que o Boavista deveria voltar à Liga, tentando faze-lo através dos meios judiciais.
Direcção BFC: COMUNICADO JUSTIÇA
| COMUNICADO |
| 2011-05-11 |
A Boavista F.C., Futebol, SAD não pode deixar de se regozijar com a decisão proferida pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa em relação a um recurso do Sr. Presidente do F.C. Porto, Futebol, SAD sobre uma eventual reunião do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol. Tanto quanto sabemos, as questões suscitadas no recurso que agora teve merecimento são em tudo semelhantes às colocadas no recurso da Boavista, SAD e também no do próprio então Presidente do C.J. da F.P.F., Dr. Gonçalves Pereira. Nunca tendo tido dúvidas sobre a nossa razão, as convicções que defendemos parecem-nos, agora, consolidadas com a decisão hoje conhecida. Em tempo que esperamos ser muito breve, será prestada justiça à Boavista, SAD. Porto, 11 de Maio de 2011 O Conselho de Administração da Boavista F.C., Futebol, SAD |
JUSTIÇA: Notícia OJOGO

O especialista em direito desportivo José Manuel Meirim considerou hoje que o Boavista "não só terá direito a uma indemnização como a ser reintegrado na Liga", caso venha a confirmar-se a decisão do Tribunal Administrativo de Lisboa.
Esta instância judicial considerou, através de um acórdão de 6 de Maio, "inexistente" a continuação da reunião do Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) que indeferiu os recursos do Boavista e do presidente do FC Porto no processo "Apito Final".
O mesmo especialista sustenta, também, que a confirmação desta decisão daria a Jorge Nuno Pinto da Costa o direito de "suscitar um pedido de indemnização", no âmbito de uma "acção de responsabilidade civil", pelos dois anos cumpridos decorrentes de uma "sanção aplicada por engano".
José Manuel Meirim admite vários cenários, um dos quais o da direcção da FPF recorrer da decisão ora tomada pelo Tribunal Administrativo de Lisboa, para a instância superior, ou seja, o Tribunal Central Administrativo do Sul, e ainda, para o Supremo Tribunal Administrativo a quem caberá a última decisão.
"O que o Tribunal disse, dando razão ao presidente do FC Porto, foi que o que se passou no CJ da FPF a partir das 18:00 na célebre noite de 04/07/2008 não existiu", disse José Manuel Meirim à Agência Lusa, o que significa que as deliberações daquele órgão, que confirmaram as sanções aplicadas pelo Conselho de Disciplina da FPF ao Boavista e a Pinto da Costa foram "apagadas do mapa".
Ora, se tais sanções não existiram, significa, segundo José Manuel Meirim, que "tudo voltou ao momento em que a reunião do CJ foi encerrada" pelo presidente daquele órgão Gonçalves Pereira.
Meirim sustenta que, "caso a decisão ora tomada seja confirmada pelas instâncias superiores", num cenário de recurso daquela por parte da direcção da FPF, "caberá ao actual CJ reapreciar o caso e decidir se os recorrentes têm ou não razão", confirmando ou não a decisão do Conselho de Disciplina que puniu o Boavista com a pena de descida de divisão por coação aos árbitros e o presidente do FC Porto com dois anos de suspensão por duas tentativas de corrupção.
Mas, José Manuel Meirim alerta para o risco de prescrição, caso a decisão do Tribunal Administrativo de Lisboa seja confirmada pelas instâncias superiores após recurso da FPF: "Não sei se não teremos o problema de, nessa altura, o prazo legal de cinco anos, a contar da data da prática dos factos, já ter sido ultrapassado e o caso prescrito".
"Na hipótese de ocorrer uma prescrição, o Boavista teria direito não só a uma indemnização, mas também a ser reintegrado na Liga, enquanto o caso do presidente Pinto da Costa seria uma situação de responsabilidade civil, com direito a uma indemnização", rematou José Manuel Meirim.
JUSTIÇA: Notícia muito importante

11-05-2011 13:05
O Tribunal Central Administrativo do Sul declarou inexistente a deliberação do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol que aplicou uma suspensão de dois anos a Pinto da Costa e a pena de descida de divisão aos boavisteiros, decisão tomada em Maio de 2008. José Manuel Meirim, especialista em Direito Desportivo, conclui, que o processo terá que voltar à estaca zero.
Boavista pode sonhar com recolocação na Liga Principal
Pinto da Costa ganhou uma batalha judicial no chamado processo Apito Dourado.
O Tribunal Central Administrativo do Sul declarou inexistente a deliberação do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol que aplicou uma suspensão de dois anos a Pinto da Costa.
Recorde-se que por opção, o FC Porto não recorreu da suspensão de seis pontos que lhe foi aplicada.
Esse mesmo Conselho de Justiça castigou o Boavista com a pena de descida de divisão, decisão tomada em Maio de 2008, que incluiu ainda pesadas multas e uma punição de quatro anos ao antigo presidente da SAD axadrezada, João Loureiro.
Desta forma, o Boavista alimenta o sonho de ser recolocado na Liga principal do futebol português.
José Manuel Meirim, especialista em Direito Desportivo, acaba de ler o acórdão em causa, e conclui, que o processo ao ser declarado inexistente terá que voltar à estaca zero.























